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domingo, 7 de dezembro de 2014

Deputado Estadual Emanuel Pinheiro desafiou os colegas da atual legislatura a aprovarem o seu projeto de resolução que diminui para um ano o mandato da Mesa Diretora

Emanuel Pinheiro Cuiabá Tudo Na Hora e Portal Todos Contra a Pedofilia 

Gilberto Figueiredo Gestão Mauro Mendes - Educação atuação tímida fraca - MPC sugere "reprovação" das contas do Fundo de Educação, mas tribunal aprova e retira as multas

MPC sugere a "reprovação" das contas do Fundo de Educação; TCE aprova sem multa

Fonte: Cuiabá Tudo na Hora - Emanuel Pinheiro compara 'era Riva' ao Império Romano e defende fim da reeleição dos membros

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

ELEIÇÃO DA MESA Quatro do PR contrapõem acordão e já articulam chapa Botelho - Emanuel Pinheiro

Em defesa da Continuidade - Com a articulação do deputado José Riva para derrotar Pedro Taques e  para manter os aliados nos cargos de secretários   no poder legislativo o parlamentar fez a intervenção e já tem como certa a vitoria de Mauro Savi e Guilherme Maluf, para dar a continuidade em sua gestão sem exonerar os cargos de primeiro escalão na estrutura do poder legislativo.

As costuras para a formação de uma chapa “de consenso” na disputa à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, em pleno andamento, passam pelo aval do governador eleito Pedro Taques (PDT). A declaração é do deputado estadual, Guilherme Maluf (PSDB) que pelas costas de Taques, tem o apoio de José Riva para assumir Presidência da AL, afirmam fontes, ele deverá encabeçar chapa à presidência, tendo como primeiro-secretário Mauro Savi (PR). Para não dar na cara o parlamentar usa o seguinte argumento “Sou candidato do governo Pedro Taques e estou alinhado às políticas públicas que sob o novo gestor do Estado deverão reconstruir a administração”.

A posição de Maluf estaria embasada em encontro recente, contando com a presença de Taques, que teria validado a dobradinha entre situação e oposição a partir da próxima Legislatura, em 2015.As articulações entre Maluf e Savi contariam com aval de 16 parlamentares.

Fonte destaca simpatia pelas conversações vindas do PDT de Zeca Viana e do deputado eleito Leonardo Albuquerque, além do DEM de Dilmar Dal’Bosco.Maluf contaria com as bênçãos do governador pedetista mesmo com Riva sendo o padrinho da chapa. O principal é o fato de ser um político de “bom trânsito” entre a maioria das siglas no Estado.

O estilo pacificador é visto como trunfo pelo novo governo, que conta teoricamente com 11 dos 24 deputados eleitos do grupo parceiro. Além disso, por ser um parlamentar indo para o terceiro mandato, o tucano é conhecedor das nuances da política, e do funcionamento do Poder Legislativo.
Sem o conhecimento do G11 – grupo formado pelos parlamentares eleitos pela chapa do governador do Estado, Pedro Taques (PDT), o deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) vêm articulando com José Riva (PSD) e Mauro Savi (PR) para assumir a Presidência da Assembleia de Mato Grosso, em eleição que ocorre em 1° de fevereiro.

São fatores essenciais para um presidente do Poder, considerando os passos prometidos por Taques para 2015, como a reforma administrativa, que precisa passar pelo aval do Legislativo, bem como a maior parte das matérias de interesse do Executivo de Mato Grosso. Maluf pertence aos quadros do PSDB, partido aliado nas eleições de 2014, sob a presidência estadual do deputado federal reeleito, Nilson Leitão.Taques também ganharia pontos com a oposição, porque Mauro Savi também é reconhecido pela habilidade de circulação entre partidos, e condução de temas polêmicos.

Savi também mantém sintonia com muitos aliados diretos de Taques, caso do megaempresário Eraí Maggi (PP).As conversações, segundo fonte, projetariam a chance de vir a ocorrer consenso entre os 24 parlamentares, com novas investidas do grupo aliado a Taques, sob Maluf. “Queremos uma Assembleia sem atropelar o processo, na defesa de um Parlamento moderno, eficiente, solidário e atento aos apelos sociais. Isso sem perder o foco da fiscalização do Poder Executivo, mas sendo parceiro nas políticas do futuro governo que será empossado em 2015”, assinalou Maluf.

RACHA

O tão comentado con-senso para a composição de uma única chapa à eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa já é assunto descartado por parte do grupo dos 11 parlamentares eleitos pela base do futuro governo Pedro Taques (PDT). De acordo com deputado estadual eleito Oscar Bezerra (PSB), a união entre Guilherme Maluf (PSDB) - membro do bloco de situação - e Mauro Savi (PR), atual primeiro-secretário da Casa, não é bem vista e terá concorrência.“Nós não temos nada contra nomes, o que queremos é uma renovação. É por isso que eu digo que tem 100% de chances de nós lançarmos outra chapa”, afirma o socialista.

A composição também não seria “pura”, uma vez que os descontentes do grupo dos 11 contam que tem como aliados pelo menos três dos cinco deputados do PR: Emanuel Pinheiro, Ondanir Bortolini, o Nininho, e Sebastião Rezende. A principal defesa, no entanto, de acordo com Oscar, é quanto a não continuidade de um único grupo no comando da AL.

O deputado de primeiro mandato Eduardo Botelho (PSB) continua sendo o candidato a presidente do bloco governista. Ele já teria sinalizado, todavia, a possibilidade de recuar, caso a maioria chegue a outro entendimento.Uma das possibilidade é que Emanuel Pinheiro seja o escolhido.

João Batista de Oliveira
Fonte: Cuiabá Tudo Na Hora

ELEIÇÃO DA MESA Quatro do PR contrapõem acordão e já articulam chapa Botelho - Emanuel Pinheiro

Em defesa da Continuidade - Com a articulação do deputado José Riva para derrotar Pedro Taques e  para manter os aliados nos cargos de secretários   no poder legislativo o parlamentar fez a intervenção e já tem como certa a vitoria de Mauro Savi e Guilherme Maluf, para dar a continuidade em sua gestão sem exonerar os cargos de primeiro escalão na estrutura do poder legislativo.

As costuras para a formação de uma chapa “de consenso” na disputa à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, em pleno andamento, passam pelo aval do governador eleito Pedro Taques (PDT). A declaração é do deputado estadual, Guilherme Maluf (PSDB) que pelas costas de Taques, tem o apoio de José Riva para assumir Presidência da AL, afirmam fontes, ele deverá encabeçar chapa à presidência, tendo como primeiro-secretário Mauro Savi (PR). Para não dar na cara o parlamentar usa o seguinte argumento “Sou candidato do governo Pedro Taques e estou alinhado às políticas públicas que sob o novo gestor do Estado deverão reconstruir a administração”.

A posição de Maluf estaria embasada em encontro recente, contando com a presença de Taques, que teria validado a dobradinha entre situação e oposição a partir da próxima Legislatura, em 2015.As articulações entre Maluf e Savi contariam com aval de 16 parlamentares.

Fonte destaca simpatia pelas conversações vindas do PDT de Zeca Viana e do deputado eleito Leonardo Albuquerque, além do DEM de Dilmar Dal’Bosco.Maluf contaria com as bênçãos do governador pedetista mesmo com Riva sendo o padrinho da chapa. O principal é o fato de ser um político de “bom trânsito” entre a maioria das siglas no Estado.

O estilo pacificador é visto como trunfo pelo novo governo, que conta teoricamente com 11 dos 24 deputados eleitos do grupo parceiro. Além disso, por ser um parlamentar indo para o terceiro mandato, o tucano é conhecedor das nuances da política, e do funcionamento do Poder Legislativo.
Sem o conhecimento do G11 – grupo formado pelos parlamentares eleitos pela chapa do governador do Estado, Pedro Taques (PDT), o deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) vêm articulando com José Riva (PSD) e Mauro Savi (PR) para assumir a Presidência da Assembleia de Mato Grosso, em eleição que ocorre em 1° de fevereiro.

São fatores essenciais para um presidente do Poder, considerando os passos prometidos por Taques para 2015, como a reforma administrativa, que precisa passar pelo aval do Legislativo, bem como a maior parte das matérias de interesse do Executivo de Mato Grosso. Maluf pertence aos quadros do PSDB, partido aliado nas eleições de 2014, sob a presidência estadual do deputado federal reeleito, Nilson Leitão.Taques também ganharia pontos com a oposição, porque Mauro Savi também é reconhecido pela habilidade de circulação entre partidos, e condução de temas polêmicos.

Savi também mantém sintonia com muitos aliados diretos de Taques, caso do megaempresário Eraí Maggi (PP).As conversações, segundo fonte, projetariam a chance de vir a ocorrer consenso entre os 24 parlamentares, com novas investidas do grupo aliado a Taques, sob Maluf. “Queremos uma Assembleia sem atropelar o processo, na defesa de um Parlamento moderno, eficiente, solidário e atento aos apelos sociais. Isso sem perder o foco da fiscalização do Poder Executivo, mas sendo parceiro nas políticas do futuro governo que será empossado em 2015”, assinalou Maluf.

RACHA

O tão comentado con-senso para a composição de uma única chapa à eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa já é assunto descartado por parte do grupo dos 11 parlamentares eleitos pela base do futuro governo Pedro Taques (PDT). De acordo com deputado estadual eleito Oscar Bezerra (PSB), a união entre Guilherme Maluf (PSDB) - membro do bloco de situação - e Mauro Savi (PR), atual primeiro-secretário da Casa, não é bem vista e terá concorrência.“Nós não temos nada contra nomes, o que queremos é uma renovação. É por isso que eu digo que tem 100% de chances de nós lançarmos outra chapa”, afirma o socialista.

A composição também não seria “pura”, uma vez que os descontentes do grupo dos 11 contam que tem como aliados pelo menos três dos cinco deputados do PR: Emanuel Pinheiro, Ondanir Bortolini, o Nininho, e Sebastião Rezende. A principal defesa, no entanto, de acordo com Oscar, é quanto a não continuidade de um único grupo no comando da AL.

O deputado de primeiro mandato Eduardo Botelho (PSB) continua sendo o candidato a presidente do bloco governista. Ele já teria sinalizado, todavia, a possibilidade de recuar, caso a maioria chegue a outro entendimento.Uma das possibilidade é que Emanuel Pinheiro seja o escolhido.

João Batista de Oliveira
Fonte: Cuiabá Tudo Na Hora

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mais um aliado de Emanuel Pinheiro - Wilson Santos (PSDB) afirmou que vai votar em quem defender o fim da reeleição dentro do legislativo e redução do mandato de dois para um ano

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Após ser cotado para assumir a Secretaria de Educação do governador eleito, Pedro Taques (PDT), o ex-prefeito de Cuiabá e futuro deputado estadual, Wilson Santos (PSDB), negou qualquer interesse em compor o staff da nova gestão. O tucano afirmou que foi julgado, punido e, recentemente, absolvido pela população, depois abandonar a prefeitura da Capital em 2010, para entrar na disputa ao Paiaguás.
A absolvição teria ocorrido com sua eleição para ocupar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa. Santos, que está em Manaus (AM) até o fim de semana, disse que não existe a possibilidade de ele desistir do legislativo neste momento. “Fui eleito como deputado estadual e vou assumir a cadeira no dia 1º de fevereiro do próximo ano. Não houve convite, e mesmo se houvesse, não iria aceitar o posto”.
Ele avalia que será muito mais útil ao governo dentro do legislativo, do que assumindo uma secretaria de Taques. “Quero ajudar o governador Pedro Taques da melhor forma e dar tudo de mim, baseado na experiência de 30 anos que tenho com a política”.
Questionado sobre um suposto receio por parte da população, devido à época em que desistiu da gestão da prefeitura de Cuiabá para concorrer ao cargo de governador, em 2010, Wilson disse que já foi perdoado, após ser eleito para assumir o legislativo. “Fui julgado, punido e recentemente absolvido [pela população]. Não tenho interesse na secretaria e acredito que serei muito mais útil e eficiente no legislativo do que no executivo, para garantir que o governador eleito tenha aprovado o máximo de matérias importantes que ajudem a sociedade mato-grossense”.
Mesa Diretora
Ainda em entrevista, o deputado eleito destacou que não é candidato à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (AL) e que vai votar no candidato que assumir o compromisso da moralidade dentro da Casa, dentro de alguns requisitos. “Vou votar no parlamentar que transpareça a movimentação financeira da Assembleia periodicamente, entre 2 ou 3 vezes por ano”.
Além disso, ele frisou que vai apoiar o fim da reeleição dentro do legislativo, para o cargo de presidente e primeiro secretário, e também a redução do mandato de dois para um ano. “Tem que acabar com a reeleição dentro do legislativo, com as tradicionais ‘dobradinhas’ na Casa. Também proponho que reduza o mandato da Mesa para um ano”.
Para finalizar, Wilson disse que vai defender a redução significativa do duodécimo da AL. Para ele, o alto valor disponível que chega a R$ 400 milhões por ano, é desnecessário para o legislativo. “Deve haver a redução significativa deste orçamento no legislativo, pois a Casa não precisa de tanto. Boa parte deste valor pode ser muito mais proveitoso pelo executivo”, finalizou.

João Batista de Oliveira
Fonte: Cuiabá Tudo Na Hora




Contra Renovação - Grupo de José Riva vence queda de braço com o grupo de Pedro Taques e emplaca Guilherme Maluf (PSDB) e Mauro Savi (PR), Articulação de Maluf racha G-11

Emanuel Pinheiro defende fim da reeleição para chefia do Parlamento, PRESIDENTE E SECRETÁRIO Deputado Emanuel Pinheiro exige mudança com fim dos superpoderes de 2 deputados

Um possível acordo entre os deputados estaduais Guilherme Maluf (PSDB) e Mauro Savi (PR) para composição de uma chapa à eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa pode resultar em um racha no chamado grupo dos 11, que reúne os parlamentares eleitos pela base do futuro governo Pedro Taques (PDT). Nesta quarta-feira (3) à noite, parte do bloco que não concordaria com a composição se reuniu para discutir o assunto.
O principal motivo de descontentamento seria a falta de diálogo por parte de Maluf com o restante do grupo. Os deputados estariam preocupados em serem “patrolados” os acordos firmados no último encontro ampliado que promoveram, no final do mês passado.
Entre as propostas que ficaram definidas como bandeiras do grupo dos 11 na ocasião consta a de renovação do comando da AL a cada dois anos, inclusive com a apresentação de um projeto de resolução que proíba o presidente e o primeiro-secretário eleitos de disputarem estes cargos novamente nos próximos dois anos da legislatura.
Na oportunidade, tanto Maluf quanto Eduardo Botelho teriam se comprometido com a ideia e, por isso, Dilmar Dal’ Bosco (DEM) e Zeca Viana (PDT), que também pleiteavam cargos na mesa diretora, recuaram, ao menos momentaneamente, das candidaturas. Nesta quarta, no entanto, o democrata já afirmava que seu nome e o do pedetista continuam no páreo.
O acordo entre Maluf e Savi ainda é tratado como “conversa de bastidores” entre os deputados dos dois blocos. A chapa encabeçada por eles, todavia, já contaria com a maioria dos votos, em especial, o dos parlamentares que devem compor a futura oposição ao governo Taques.
Mais um aliado de Emanuel Pinheiro - Wilson Santos (PSDB) afirmou que vai votar em quem defender o fim da reeleição dentro do legislativo e redução do mandato de dois para um ano
Mesa Diretora
Ainda em entrevista, o deputado eleito destacou que não é candidato à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (AL) e que vai votar no candidato que assumir o compromisso da moralidade dentro da Casa, dentro de alguns requisitos. “Vou votar no parlamentar que transpareça a movimentação financeira da Assembleia periodicamente, entre 2 ou 3 vezes por ano”.
Além disso, ele frisou que vai apoiar o fim da reeleição dentro do legislativo, para o cargo de presidente e primeiro secretário, e também a redução do mandato de dois para um ano. “Tem que acabar com a reeleição dentro do legislativo, com as tradicionais ‘dobradinhas’ na Casa. Também proponho que reduza o mandato da Mesa para um ano”.
Para finalizar, Wilson disse que vai defender a redução significativa do duodécimo da AL. Para ele, o alto valor disponível que chega a R$ 400 milhões por ano, é desnecessário para o legislativo. “Deve haver a redução significativa deste orçamento no legislativo, pois a Casa não precisa de tanto. Boa parte deste valor pode ser muito mais proveitoso pelo executivo”, finalizou.
Base de Taques - Eduardo Botelho (PSB), Dilmar Dal’Bosco (DEM), Guilherme Maluf (PSDB), Zeca Viana (PDT), Leonardo Albuquerque (PDT), Max Russi (PSB), Wilson Santos (PSDB), Oscar Bezerra (PSB), Wancley (PV), Coronel Taborelli (PV), Saturnino Masson (PSDB).
Oposição a Taques - Mauro Savi (PR), Sebastião Rezende (PR), Baiano Filho (PMDB), Romoaldo Junior (PMDB), Nininho (PR), Emanuel Pinheiro (PR), Walter Rabello (PSD), Wagner Ramos (PR), José Domingos Fraga (PSD) Pedro Satélite (PSD), Janaína Riva (PSD), Silvano Amaral (PMDB) e José Carlos do Pátio (Solidariedade).

João Batista de Oliveira
Fonte: Cuiabá Tudo Na Hora

Cuiaba Tudo na Hora