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segunda-feira, 21 de julho de 2025

Max Russi é reconhecido como o parlamentar mais atuante de MT com 70% de aprovação pública

  Ativista João Batista de Oliveira, referência nacional em direitos humanos, exalta atuação do presidente da ALMT: “Exemplo de ética, coragem e compromisso com a vida do povo”

Cuiabá – 21/07/2025 | Por Cuiabá Fato MT

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Com expressivos 70% da preferência pública, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Joel Russi, foi eleito o parlamentar mais atuante do estado, segundo levantamento promovido pelo Portal Vidas e Direitos Humanos. A pesquisa ouviu internautas e lideranças sociais de todas as regiões de Mato Grosso.

O reconhecimento foi anunciado pelo professor João Batista de Oliveira, ativista histórico e referência nacional na luta pelos direitos humanos, especialmente na proteção de crianças e adolescentes. Diretor do portal que organizou o levantamento, João Batista destacou o trabalho ético, transparente e popular de Max Russi, que une técnica, escuta ativa e compromisso com as causas sociais.

“Max Russi é um dos poucos políticos que entendem a essência do mandato popular. Atua com os olhos voltados para as reais necessidades da população. É coerente, sensível e comprometido com as causas que realmente importam. O povo reconhece isso com clareza”, afirmou o ativista.


Reconhecimento popular


Segundo João Batista, o resultado do levantamento, feito há mais de dois anos de forma transparente, pública e auditável, reflete o respeito da sociedade ao parlamentar:

“Max Russi é, hoje, uma unanimidade entre quem acompanha a política com responsabilidade. É firme quando precisa ser, mas humano nas decisões. Tem preparo técnico e respeito pelos princípios democráticos.”

Max foi apontado como o deputado mais atuante não apenas pela quantidade de proposições, mas pela forma como conduz o mandato com base na Constituição Estadual e no Regimento Interno, sempre mantendo o diálogo com instituições e comunidades de forma ética e equilibrada.


Um exemplo para a nova geração

Para João Batista, que há décadas milita em favor da justiça social e já atuou em conselhos, fóruns e frentes parlamentares de proteção à infância, Max Russi é um modelo de atuação pública que precisa ser referência para os novos políticos.

“Ele não foge da responsabilidade. Enfrenta os desafios de frente, sem empurrar problemas com desculpas. Tem palavra, tem coragem, tem ética. Por isso é respeitado até por quem discorda politicamente dele.”

Além disso, o parlamentar mantém presença ativa nas bases, visitando comunidades, dialogando com vereadores, secretários e líderes locais, sempre com atenção às demandas sociais reais.

“Max escuta. E escutar, na política, é um ato revolucionário”, afirma João Batista.


Agradecimento e compromisso renovado

Ao receber a homenagem, Max Russi agradeceu a confiança da população e reforçou seu compromisso com políticas públicas que transformem a vida das pessoas:

“Esse reconhecimento nos encoraja a continuar trabalhando com seriedade, dedicação e espírito público. Vamos seguir em frente, com os pés no chão e compromisso com todos os mato-grossenses.”

TCE já havia alertado: negligência da SES coloca vidas em risco no Hospital de Sinop

     

Conselheiro do TCE-MT, Antonio Joaquim, já havia alertado sobre colapso na Saúde; SES ignora 4 pedidos de reforço de equipe e hospital de Sinop está à beira da tragédia
📍 Fonte: PNBonline | 21/07/2025

O drama vivido pelo Hospital Regional de Sinop expõe de forma dolorosa a omissão da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), comandada por Gilberto Figueiredo, que ignorou quatro pedidos formais da unidade hospitalar alertando para o risco de mortes evitáveis por falta de pessoal. A denúncia foi encaminhada oficialmente ao secretário, mas nenhuma resposta efetiva foi dada.

Leia mais: Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

O alerta mais recente partiu da superintendente de enfermagem, Cláudia da Conceição Vaz, em ofício datado de 15 de julho. Ela denuncia que o hospital não possui o mínimo de profissionais necessário para manter o atendimento seguro nos setores de Urgência, Emergência e UTI. "Há risco concreto de óbitos evitáveis por ausência de suporte adequado", afirma.

Atualmente, o hospital tem um déficit de 91 profissionais, sendo:

  • 17 enfermeiros;

  • 70 técnicos de enfermagem;

  • 4 maqueiros.

Mesmo com 128 leitos habilitados, 14 estão inoperantes por falta de pessoal e recursos básicos, como rouparia. O último processo seletivo ocorreu há dois anos, e desde então não houve reposição suficiente, o que evidencia o abandono gerencial da SES-MT.

📉 TCE-MT já alertava para a crise

O cenário de colapso já havia sido identificado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). O conselheiro Antonio Joaquimdecano da Corte e relator das contas da saúde, vem atuando de forma firme e técnica na fiscalização da rede estadual de saúde. Em auditorias recentes, apontou deficiências estruturais, irregularidades em contratações e falta de gestão de pessoal em unidades estratégicas como o Hospital Regional de Sinop.

Antonio Joaquim, conhecido pela sua postura ética, humanista e pela defesa do SUS, vem reiterando em seus votos a urgência de planejamento e execução eficaz na saúde pública, o que vem sendo sistematicamente ignorado pela atual gestão da SES.

“O que se vê é uma política de improviso e ausência de responsabilidade pública. O TCE tem alertado, fiscalizado e proposto correções, mas sem o comprometimento da Secretaria, não há política que funcione”, afirmou o conselheiro em recente sessão plenária.

📛 Silêncio e omissão da SES: 66 desligamentos em 8 meses

O hospital registrou 66 desligamentos em 8 meses, dos quais 18 apenas no último mês. A UTI Adulto opera com 3 profissionais para 10 leitos, quando seriam necessários pelo menos 7 por plantão. O setor de emergência também está à beira do colapso, com apenas 3 profissionais onde deveriam estar 5.

A direção propôs o fechamento temporário de leitos para garantir a segurança mínima do atendimento e sugeriu a convocação de concursados, medida que a SES tem protelado sem justificativa plausível.

⚠️ Crítica fundamentada: má gestão de Gilberto Figueiredo

O secretário Gilberto Figueiredo não pode mais se esconder sob notas evasivas. Sua gestão vem colecionando alertas ignorados, escândalos com prorrogações de contratos apontadas como ilegais pelo próprio TCE, e falta de transparência nos processos seletivos. Diante da realidade em Sinop, o silêncio do gestor soa como cumplicidade com o caos.

A resposta da SES à reportagem foi uma repetição do padrão: genérica, sem prazos, sem compromisso real com a vida da população.

Antonio Joaquim acerta mais uma: caos na saúde é reflexo da omissão da SES

    

Conselheiro do TCE-MT, Antonio Joaquim, já havia alertado sobre colapso na Saúde; SES ignora 4 pedidos de reforço de equipe e hospital de Sinop está à beira da tragédia
📍 Fonte: PNBonline | 21/07/2025

O drama vivido pelo Hospital Regional de Sinop expõe de forma dolorosa a omissão da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), comandada por Gilberto Figueiredo, que ignorou quatro pedidos formais da unidade hospitalar alertando para o risco de mortes evitáveis por falta de pessoal. A denúncia foi encaminhada oficialmente ao secretário, mas nenhuma resposta efetiva foi dada.

Leia mais: Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

O alerta mais recente partiu da superintendente de enfermagem, Cláudia da Conceição Vaz, em ofício datado de 15 de julho. Ela denuncia que o hospital não possui o mínimo de profissionais necessário para manter o atendimento seguro nos setores de Urgência, Emergência e UTI. "Há risco concreto de óbitos evitáveis por ausência de suporte adequado", afirma.

Atualmente, o hospital tem um déficit de 91 profissionais, sendo:

  • 17 enfermeiros;

  • 70 técnicos de enfermagem;

  • 4 maqueiros.

Mesmo com 128 leitos habilitados, 14 estão inoperantes por falta de pessoal e recursos básicos, como rouparia. O último processo seletivo ocorreu há dois anos, e desde então não houve reposição suficiente, o que evidencia o abandono gerencial da SES-MT.

📉 TCE-MT já alertava para a crise

O cenário de colapso já havia sido identificado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). O conselheiro Antonio Joaquimdecano da Corte e relator das contas da saúde, vem atuando de forma firme e técnica na fiscalização da rede estadual de saúde. Em auditorias recentes, apontou deficiências estruturais, irregularidades em contratações e falta de gestão de pessoal em unidades estratégicas como o Hospital Regional de Sinop.

Antonio Joaquim, conhecido pela sua postura ética, humanista e pela defesa do SUS, vem reiterando em seus votos a urgência de planejamento e execução eficaz na saúde pública, o que vem sendo sistematicamente ignorado pela atual gestão da SES.

“O que se vê é uma política de improviso e ausência de responsabilidade pública. O TCE tem alertado, fiscalizado e proposto correções, mas sem o comprometimento da Secretaria, não há política que funcione”, afirmou o conselheiro em recente sessão plenária.

📛 Silêncio e omissão da SES: 66 desligamentos em 8 meses

O hospital registrou 66 desligamentos em 8 meses, dos quais 18 apenas no último mês. A UTI Adulto opera com 3 profissionais para 10 leitos, quando seriam necessários pelo menos 7 por plantão. O setor de emergência também está à beira do colapso, com apenas 3 profissionais onde deveriam estar 5.

A direção propôs o fechamento temporário de leitos para garantir a segurança mínima do atendimento e sugeriu a convocação de concursados, medida que a SES tem protelado sem justificativa plausível.

⚠️ Crítica fundamentada: má gestão de Gilberto Figueiredo

O secretário Gilberto Figueiredo não pode mais se esconder sob notas evasivas. Sua gestão vem colecionando alertas ignorados, escândalos com prorrogações de contratos apontadas como ilegais pelo próprio TCE, e falta de transparência nos processos seletivos. Diante da realidade em Sinop, o silêncio do gestor soa como cumplicidade com o caos.

A resposta da SES à reportagem foi uma repetição do padrão: genérica, sem prazos, sem compromisso real com a vida da população.

Gilberto ignora alertas e saúde pública sangra: TCE aponta má gestão em série

  

Conselheiro do TCE-MT, Antonio Joaquim, já havia alertado sobre colapso na Saúde; SES ignora 4 pedidos de reforço de equipe e hospital de Sinop está à beira da tragédia
📍 Fonte: PNBonline | 21/07/2025

O drama vivido pelo Hospital Regional de Sinop expõe de forma dolorosa a omissão da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), comandada por Gilberto Figueiredo, que ignorou quatro pedidos formais da unidade hospitalar alertando para o risco de mortes evitáveis por falta de pessoal. A denúncia foi encaminhada oficialmente ao secretário, mas nenhuma resposta efetiva foi dada.

Leia mais: Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

O alerta mais recente partiu da superintendente de enfermagem, Cláudia da Conceição Vaz, em ofício datado de 15 de julho. Ela denuncia que o hospital não possui o mínimo de profissionais necessário para manter o atendimento seguro nos setores de Urgência, Emergência e UTI. "Há risco concreto de óbitos evitáveis por ausência de suporte adequado", afirma.

Atualmente, o hospital tem um déficit de 91 profissionais, sendo:

  • 17 enfermeiros;

  • 70 técnicos de enfermagem;

  • 4 maqueiros.

Mesmo com 128 leitos habilitados, 14 estão inoperantes por falta de pessoal e recursos básicos, como rouparia. O último processo seletivo ocorreu há dois anos, e desde então não houve reposição suficiente, o que evidencia o abandono gerencial da SES-MT.

📉 TCE-MT já alertava para a crise

O cenário de colapso já havia sido identificado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). O conselheiro Antonio Joaquimdecano da Corte e relator das contas da saúde, vem atuando de forma firme e técnica na fiscalização da rede estadual de saúde. Em auditorias recentes, apontou deficiências estruturais, irregularidades em contratações e falta de gestão de pessoal em unidades estratégicas como o Hospital Regional de Sinop.

Antonio Joaquim, conhecido pela sua postura ética, humanista e pela defesa do SUS, vem reiterando em seus votos a urgência de planejamento e execução eficaz na saúde pública, o que vem sendo sistematicamente ignorado pela atual gestão da SES.

“O que se vê é uma política de improviso e ausência de responsabilidade pública. O TCE tem alertado, fiscalizado e proposto correções, mas sem o comprometimento da Secretaria, não há política que funcione”, afirmou o conselheiro em recente sessão plenária.

📛 Silêncio e omissão da SES: 66 desligamentos em 8 meses

O hospital registrou 66 desligamentos em 8 meses, dos quais 18 apenas no último mês. A UTI Adulto opera com 3 profissionais para 10 leitos, quando seriam necessários pelo menos 7 por plantão. O setor de emergência também está à beira do colapso, com apenas 3 profissionais onde deveriam estar 5.

A direção propôs o fechamento temporário de leitos para garantir a segurança mínima do atendimento e sugeriu a convocação de concursados, medida que a SES tem protelado sem justificativa plausível.

⚠️ Crítica fundamentada: má gestão de Gilberto Figueiredo

O secretário Gilberto Figueiredo não pode mais se esconder sob notas evasivas. Sua gestão vem colecionando alertas ignorados, escândalos com prorrogações de contratos apontadas como ilegais pelo próprio TCE, e falta de transparência nos processos seletivos. Diante da realidade em Sinop, o silêncio do gestor soa como cumplicidade com o caos.

A resposta da SES à reportagem foi uma repetição do padrão: genérica, sem prazos, sem compromisso real com a vida da população.

ÓBITOS EVITÁVEIS: Hospital alerta risco de colapso e mortes por negligência do Estado

 

Conselheiro do TCE-MT, Antonio Joaquim, já havia alertado sobre colapso na Saúde; SES ignora 4 pedidos de reforço de equipe e hospital de Sinop está à beira da tragédia
📍 Fonte: PNBonline | 21/07/2025

O drama vivido pelo Hospital Regional de Sinop expõe de forma dolorosa a omissão da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), comandada por Gilberto Figueiredo, que ignorou quatro pedidos formais da unidade hospitalar alertando para o risco de mortes evitáveis por falta de pessoal. A denúncia foi encaminhada oficialmente ao secretário, mas nenhuma resposta efetiva foi dada.

Leia mais: Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

O alerta mais recente partiu da superintendente de enfermagem, Cláudia da Conceição Vaz, em ofício datado de 15 de julho. Ela denuncia que o hospital não possui o mínimo de profissionais necessário para manter o atendimento seguro nos setores de Urgência, Emergência e UTI. "Há risco concreto de óbitos evitáveis por ausência de suporte adequado", afirma.

Atualmente, o hospital tem um déficit de 91 profissionais, sendo:

  • 17 enfermeiros;

  • 70 técnicos de enfermagem;

  • 4 maqueiros.

Mesmo com 128 leitos habilitados, 14 estão inoperantes por falta de pessoal e recursos básicos, como rouparia. O último processo seletivo ocorreu há dois anos, e desde então não houve reposição suficiente, o que evidencia o abandono gerencial da SES-MT.

📉 TCE-MT já alertava para a crise

O cenário de colapso já havia sido identificado pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). O conselheiro Antonio Joaquimdecano da Corte e relator das contas da saúde, vem atuando de forma firme e técnica na fiscalização da rede estadual de saúde. Em auditorias recentes, apontou deficiências estruturais, irregularidades em contratações e falta de gestão de pessoal em unidades estratégicas como o Hospital Regional de Sinop.

Antonio Joaquim, conhecido pela sua postura ética, humanista e pela defesa do SUS, vem reiterando em seus votos a urgência de planejamento e execução eficaz na saúde pública, o que vem sendo sistematicamente ignorado pela atual gestão da SES.

“O que se vê é uma política de improviso e ausência de responsabilidade pública. O TCE tem alertado, fiscalizado e proposto correções, mas sem o comprometimento da Secretaria, não há política que funcione”, afirmou o conselheiro em recente sessão plenária.

📛 Silêncio e omissão da SES: 66 desligamentos em 8 meses

O hospital registrou 66 desligamentos em 8 meses, dos quais 18 apenas no último mês. A UTI Adulto opera com 3 profissionais para 10 leitos, quando seriam necessários pelo menos 7 por plantão. O setor de emergência também está à beira do colapso, com apenas 3 profissionais onde deveriam estar 5.

A direção propôs o fechamento temporário de leitos para garantir a segurança mínima do atendimento e sugeriu a convocação de concursados, medida que a SES tem protelado sem justificativa plausível.

⚠️ Crítica fundamentada: má gestão de Gilberto Figueiredo

O secretário Gilberto Figueiredo não pode mais se esconder sob notas evasivas. Sua gestão vem colecionando alertas ignorados, escândalos com prorrogações de contratos apontadas como ilegais pelo próprio TCE, e falta de transparência nos processos seletivos. Diante da realidade em Sinop, o silêncio do gestor soa como cumplicidade com o caos.

A resposta da SES à reportagem foi uma repetição do padrão: genérica, sem prazos, sem compromisso real com a vida da população.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

“Diretora cobra Gilberto Figueiredo e denuncia abandono da saúde em Sorriso”

  Fonte: PNB Online


"A realidade hoje é de colapso assistencial iminente."
— Trecho do documento enviado ao secretário Gilberto Figueiredo, revelado com exclusividade pelo PNB Online


🚨 Sorriso pede socorro

O Hospital Regional de Sorriso está à beira do colapso. Um ofício enviado pela diretora Ivone Carvalho ao secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo , alerta que 27 leitos estão bloqueados por falta grave de profissionais. A situação atinge setores essenciais como UTI neonatal, centro cirúrgico, pediatria e maternidade.

A denúncia, revelada pelo portal PNB Online, escancara a crise que se arrasta há mais de um ano, com processos administrativos ignoradosplantões desfalcados e risco à vida de pacientes vulneráveis.


📉 Omissão comprovada

Apesar de um déficit de 7 mil servidores na rede estadual, o secretário Gilberto Figueiredo segue evitando convocar os aprovados do concurso público realizado em 2024. Segundo dados apurados:

  • Apenas 249 aprovados foram nomeados até julho de 2025;

  • O hospital já fechou 6 leitos pediátricos, 5 clínicos cirúrgicos e 15 clínicos médicos;

  • Plantões da UTI Neonatal operam com 2 técnicos de enfermagem, quando o mínimo necessário é 5;

  • Sete processos administrativos, protocolados desde 2023, seguem sem resposta efetiva da SES-MT;

  • Médicos da empresa Medneo classificaram a situação como “inviável” e alertaram para risco de erros clínicos graves.

A Secretaria de Saúde afirmou, em nota vaga, que "analisa as demandas do hospital", sem indicar prazos ou providências emergenciais.


🧱 Figueiredo em silêncio, crise se agrava

Parlamentares estaduais também denunciam que o secretário não responde nem ligações telefônicas, enquanto o hospital referência para 35 municípios caminha para um apagão. O uso excessivo de contratos temporários — acima do limite legal — é outra prática irregular sob sua gestão.

“É a omissão institucional de quem tem o dever constitucional de agir. A saúde pública não pode esperar pela boa vontade do secretário.”
— afirmou um deputado da Comissão de Saúde da AL-MT


🛡️ Um exemplo de controle público: conselheiro Antônio Joaquim

Enquanto a Secretaria se esquiva, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), sob relatoria do conselheiro decano Antônio Joaquim, tem exercido um papel técnico, firme e responsável no acompanhamento das contas da saúde.

Antônio Joaquim, conhecido pela experiência e rigor técnico, já fez apontamentos contundentes sobre:

  • Omissão de prestação de contas em convênios da saúde;

  • Irregularidades em contratos de prestação de serviços médicos;

  • Falta de execução de ações previstas no orçamento público.

Ele tem defendido a adoção de critérios técnicos, transparência e cumprimento de metas nas unidades hospitalares do Estado. Sua atuação não apenas fiscaliza, mas orienta os gestores a evitar o colapso do sistema público.

“Auditoria não é só cobrança — é ferramenta para proteger o cidadão. A saúde é prioridade absoluta”, declarou o conselheiro em sessão recente.

Com quase 30 anos de atuação no TCE-MT, Joaquim é hoje referência nacional em controle externo da saúde pública, sendo reconhecido inclusive por instituições como a ATRICON e o IRB.


📊 Box – Situação crítica no Hospital de Sorriso

FatorSituação Atual
Leitos bloqueados27 (UTI, pediatria, clínica médica)
Técnicos na UTI neonatal2 (mínimo exigido: 5)
Concursados chamados249 dos 406 aprovados
Processos ignorados7 desde 2023
Atendimentos afetadosGestantes de alto risco, cirurgias

segunda-feira, 7 de julho de 2025

TCE-MT orienta modelo eficaz para obras de creches e se torna referência nacional com atuação de Antônio Joaquim

 


Cuiabá (MT)
 – A recente decisão do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) de autorizar a divisão de licitações para obras públicas em lotes distintos está destravando a construção de creches em diversos municípios do estado. À frente dessa orientação técnica e estratégica está o conselheiro Antônio Joaquim, cuja atuação firme e responsável tem gerado reconhecimento público – inclusive de nomes importantes da sociedade civil.

Um dos principais elogios partiu do ativista João Batista de Oliveira, referência nacional na defesa dos direitos humanos da criança e do adolescente, que destacou a sensibilidade social e o compromisso com a infância presentes nas decisões do conselheiro.

“O conselheiro Antônio Joaquim está prestando um serviço histórico à infância em Mato Grosso. Sua firmeza técnica destravou uma política pública essencial. Ele não está apenas ajudando a construir creches, está ajudando a construir dignidade, oportunidades e justiça social para milhares de crianças e famílias que dependem do acesso à educação desde os primeiros anos de vida.” – afirmou João Batista.

Licitações em lotes: uma solução técnica com impacto social

A decisão do TCE-MT, liderada por Antônio Joaquim, permite que prefeituras dividam as licitações em dois blocos: um para aquisição de materiais e outro para contratação da mão de obra. A medida foi solicitada pelo Governo do Estado, por meio de consulta oficial, diante dos entraves burocráticos que atrasavam o Programa Estadual de Construção de Creches.

Com a nova diretriz, os municípios passam a ter segurança jurídica para contratar com mais agilidade, respeitando os princípios da economicidade e da eficiência administrativa. Além disso, micro e pequenas empresas locais ganham espaço para participar das concorrências, movimentando a economia e gerando empregos.

R$ 120 milhões em investimentos e impacto direto na vida de milhares de crianças

Com o modelo defendido por Antônio Joaquim, o Governo do Estado garantiu o repasse de R$ 120 milhões nos próximos três anos para a construção de creches. Em 2024, uma ação conjunta do TCE-MT com o GAEPE-MT (Gabinete de Articulação para Efetividade da Política da Educação) já havia viabilizado R$ 20 milhões para 15 creches, beneficiando 1.200 crianças.

A expectativa agora é ampliar o impacto social, especialmente diante do déficit histórico de mais de 12 mil vagas na educação infantil em Mato Grosso. A iniciativa é considerada essencial para garantir o direito à educação desde a primeira infância, etapa decisiva para o desenvolvimento humano.

Reconhecimento à postura ética e técnica de Antônio Joaquim


Além de João Batista de Oliveira, a atuação de Antônio Joaquim foi elogiada por gestores públicos, parlamentares e especialistas em administração pública. Seu trabalho no TCE-MT é marcado por rigor técnico, equilíbrio institucional e sensibilidade social – qualidades que o tornaram um dos conselheiros mais respeitados do país.

“Ele é um exemplo de como o controle externo pode ser parceiro da gestão pública, sem abrir mão da legalidade. A decisão que ele liderou é técnica, mas também profundamente humana. Antônio Joaquim é hoje uma das vozes mais lúcidas e comprometidas com o bem comum em Mato Grosso.”, completou João Batista.

Transformando controle em solução

Com essa decisão, Antônio Joaquim reforça que o papel do Tribunal de Contas vai muito além da fiscalização. É também orientar, viabilizar e garantir que políticas públicas fundamentais saiam do papel e cheguem à população.

A construção de creches, antes travada por entraves burocráticos, agora ganha ritmo, segurança e alcance social, graças à atuação de um conselheiro que alia técnica, coragem institucional e compromisso com as futuras gerações.

Fonte: Blog Vidas e Direitos Humanos