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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ricardo Barbosa: vi foi um jovem consciente, articulado, preparado para as críticas e totalmente tranquilo, será sucesso nacional


Colunista nacional defende Ricardo Barbosa e prevê sucesso

BLOGNEJO COM PORTAL TODOS CONTRA A PEDOFILIA QUE SAIU EM DEFESA DE RICARDO BARBOSA


Passei o último fim de semana na cidade de Cuiabá. A primeira das 3 viagens que farei à cidade nestas duas semanas.

A ocasião desta vez era uma das festas mais tradicionais realizadas na região, a Feijoada de Inverno, realizada no município de Chapada dos Guimarães, a 60 km da capital, e que chegou este ano à sua 20ª edição. Para se ter uma ideia do nível da festa, o precinho do ingresso era de módicos R$ 150,00 e a única bebida oferecida de graça era champagne.

O resto podia ser comprado a partir de R$ 5,00 a garrafinha d’água ou a latinha de cerveja ou refrigerante. Enfim, uma festa onde gira uma absurda quantidade de dinheiro. Por isso a programação de shows ampla, haja vista que por ser “apenas” uma feijoada geralmente se espera uma banda pequena e regional ou algo assim.

Na sexta-feira, o cantor Thiago Brava foi quem realizou o show, que teve abertura de uma dupla da região. No sábado, Marcos & Belutti, Banda Cheiro de Amor e, abrindo a festa, o nosso anfitrião, Ricardo Barbosa, que estava lançando o primeiro disco e fazendo o primeiro show. Bom, até aí tudo bem, não fosse o rapaz filho do governador do estado do Mato Grosso, Silval Barbosa.

O lançamento do disco e o show acabaram levantando suspeitas, claro, sobre o modo como foram realizados, isto é, se era o contribuinte quem estava bancando a festa e tudo mais. Mas o próprio Ricardo Barbosa em entrevista já disse estar preparado para esse tipo de acusação. A festa, como eu disse acima, é tradicional na região há 20 anos. Só os precinhos dos ingressos vendidos para as mais de 8 mil pessoas presentes, das bebidas e de tudo mais o que havia disponível já são mais do que suficiente para bancar os cachês dos artistas e todos os demais custos.

Aliás, o fardo que o Ricardo Barbosa é obrigado a carregar por ser o “filho de alguém” mostrou ser mesmo pesado por conta das notícias que já foram veiculadas após a festa. Por ser filho do governador, muita gente pensa se tratar de um jovem mimado e sem talento que quer aproveitar a onda do sertanejo para aparecer às custas do papai poderoso, o que não é verdade. As vaias emitidas por uma parcela do público presente, que tinham caráter absolutamente político, acabaram ganhando na mídia uma conotação totalmente inversa, relacionada ao talento do artista. Estas vaias, aliás, concorriam com os aplausos frenéticos do outro lado da arena, o que deixava ainda mais escancarado o tal caráter político involuntário da apresentação.

A venda nos olhos colocada pela parcela do público que não quer enxergar no Ricardo Barbosa nada além do filho do governador querendo aparecer impede que se enxergue ali um bom artista, diga-se de passagem. Apesar de ser o primeiro show e da óbvia falta de traquejo com o público, comum a 100% dos artistas que realizam a primeira apresentação, Ricardo Barbosa já ganha pontos por tentar fugir do óbvio e buscar uma linha romântica e com letras mais inteligentes.

Nada de arrochas de carro, de onomatopéias e outras coisas do gênero. O disco, com 11 faixas, traz apenas uma vaneira. 4 das faixas do disco, aliás, são composições próprias. Apesar de seu jeito de cantar remeter um pouco ao Jorge, percebe-se que ele se parece muito mais com o Mateus no gosto musical. tanto que 3 das 4 músicas cover que ele cantou no show foram na linha pop e rock internacional.

A voz grave, aliás, remete também à do Loubet em certos momentos (se ainda não sabe quem é o Loubet, aguarde até o texto com as apostas para o segundo semestre que será postado ainda essa semana). Mas em entrevista realizada antes o show, aliás, o que vi foi um jovem consciente, articulado, preparado para as críticas e totalmente tranquilo quanto ao fato de ser filho de quem é. “Sou o filho de alguém desde 1992″, disse ele, acrescentando ainda que não pode negar a sua história e o fato de seu pai ser, por mérito próprio, o governador do estado.

Enfim, não deixa de ser verdade. O fato do cara ser o filho do governador não pode ser um impeditivo para a realização de seus projetos pessoais. E convenhamos, se ser o filho do homem mais poderoso do estado abre portas, alguém aí seria burro de não aproveitar?


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